Por que ESG é fundamental para a indústria de cannabis?

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(Créditos da imagem: Pexels/Porapak Apichodilok)

Por Jacqueline Passos (com informações de Cannabis Tech)

O portal internacional Cannabis Tech entrevistou Geoff Trotter, CGO e cofundador da Regennabis, para discutir um tema importante, mas que ainda está um pouco tímido no mercado da cannabis: ESG – Environmental, Social and Corporate Governance ou, em português, Governança Ambiental, Social e Corporativa.

Geoff Trotter tem uma experiência bastante extensa em negócios internacionais. Com mais de 35 anos vivendo e trabalhando na esfera global, Trotter traz uma quantidade incrível de conhecimento e experiência para as indústrias emergentes de cannabis e cânhamo. Em parceria com Patrick McCartan, que esteve no Brasil para a última edição do Cannabis Thinking, para formar a Regennabis, Trotter está ajudando empresas de cannabis a entender e adotar o modelo ESG – não apenas pelas oportunidades de investimento, mas também por um futuro melhor para todos nós.

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O que é ESG?

ESG significa Environmental, Social and Corporate Governance, em português, Governança Ambiental, Social e Corporativa, ou como Trotter chamou, “uma abordagem de linha de base tripla” para as práticas de negócios. Segundo ele, ter uma estrutura ESG sólida e em vigor mostra aos investidores e as partes interessadas que a empresa está levando em consideração o planeta, as pessoas e os lucros, ao mesmo tempo em que atende a todos os requisitos e padrões definidos por organizações de autoridade.

Em outras palavras, uma estratégia ESG consolidada ajuda a mostrar a capacidade de uma empresa de cumprir os objetivos de desempenho e ainda tranquilizar os investidores.

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ESG já é realidade nas empresas

Na entrevista, Trotter também explica que, até agora, as indústrias de cannabis e cânhamo estavam excessivamente focadas nos benefícios econômicos da expansão do mercado. Então, ele ressaltou: “Não há nada de errado com o capitalismo, mas, da nossa perspectiva, gostamos de ter uma visão de ‘multicapital’ e entregar também o capital humano, social, intelectual e natural”.

Ele continuou: “Não importa quão rico você seja ou quão bem posicionado você esteja geograficamente, estamos todos fundamentalmente no mesmo barco. E, se não cuidarmos do planeta, todos nós vamos lutar. Agora é a hora de corrigir o curso.”

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À medida que os investidores começam a aumentar seus portfólios, eles tendem a procurar por organizações “bem-comportadas” e que apresentem pouco risco.

De acordoo com o Cannabis Tech, 93% das empresas da Fortune 500 têm uma estratégia ESG bem definida indicada em seus relatórios, mas menos de 1% das empresas de cannabis têm uma estratégia ESG. Como Trotter explicou, “isso deve mudar – os investidores institucionais estão “buscando aquelas empresas ‘adultas’” para investir”.

“Um relatório ESG, ou relatório de sustentabilidade, não é o fim do jogo; é parte da jornada”, acrescentou Trotter.

A entrevista completa está em inglês e pode ser assistida abaixo:

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