No Dia do Médico, entenda a necessidade do conhecimento científico

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(Foto: Reprodução)

Curadoria e edição Sechat, com informações de Estadão

No dia 18 de outubro é comemorado o Dia do Médico, um profissional responsável por cuidar e promover a saúde de toda a população. Essa data foi escolhida em referência ao Dia de São Lucas, o santo padroeiro da Medicina.

O médico é o profissional responsável por descobrir as enfermidades que atingem determinado paciente, fornecendo suporte e indicações adequadas para que haja tratamento, ou até mesmo, a cura. É ele também o responsável por indicar formas de prevenir doenças e orientar o indivíduo para que esse possa ter uma vida mais saudável.

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A medicina, sem dúvidas, é uma das áreas do conhecimento que exigem maior comprometimento e responsabilidade por parte do profissional. Para ser um bom médico, é fundamental um investimento constante em aperfeiçoamento, ficando sempre informado a respeito das novas descobertas científicas, conhecendo novos tratamentos e exames, além de estar atento às novas doenças que surgem a todo tempo.

Se falar de cannabis há 10 anos atrás era um tabu, quando qualquer menção ao CBD ou THC para o tratamento de doenças era, de certa forma, uma “piada”, hoje em dia, depois de vários estudos publicados e centenas de cientistas de todo mundo debatendo sobre o tema, o assunto deixou de ser visto como um problema para se tornar uma possível solução.

Cerca de 90% dos americanos, são a favor do acesso legalizado a cannabis medicinal, o que faz com que aqueles mesmos médicos que não acreditavam nas propriedades medicinais da planta há alguns anos atrás, corram atrás do “tempo perdido” para aprimorar seus conhecimentos sobre o tema.

A relevância dessa informação acontece em um momento onde as pesquisas nos mostram resultados de sucessos clínicos prósperos em diferentes esferas, assim como as discussões legais, entretanto, apenas mil médicos, aproximadamente, no Brasil, prescrevem tratamentos à base de canabinoides e, mesmo que as possibilidades sejam muitas e promissoras, a prescrição ainda é um problema no país devido a falta de uma regulamentação.

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Para o Neurocirurgião e Diretor científico do Sechat, Dr. Pedro Pierro:

Hoje no dia do médico temos muito a comemorar, o número de pacientes que procuram essa ferramenta terapêutica vem aumentando. Ainda falta muito, mas acredito que à partir de agora, principalmente com publicações em livros como Rang & Dale de farmacologia, esses números aumentem ainda mais e, assim, a quantidade de prescritores também acompanhe esse crescimento. Agora só falta o melhor acesso a produtos, que deve acontecer com uma regulamentação mais eficiente.

Sem uma Educação Médica Continuada (EMC), CBD, CBG, CBN, THC e outros de uma família com centenas de ativos conhecidos como canabinoides não podem agir para melhorar a condição de pacientes que enfrentam diversos tipos de problemas não solucionados por terapias tradicionais.

Entendemos, entretanto, que são necessários novos aprendizados que superem questionamentos e preconceitos. Felizmente, o número de profissionais médicos e empresas farmacêuticas especializadas aumentam de forma considerável e, como disse o Dr. Ricardo Ferreira, Ortopedista e colunista Sechat, “a cannabis me deu o poder de ajudar muitos pacientes que já haviam pedido a confiança na medicina”. 

*Ricardo Ferreira é médico especialista no tratamento de doenças da coluna vertebral e controle da dor. (Foto: Arquivo)

Prova disso é a frequência com que encontramos nos principais noticiários, casos que vão desde o uso do CBD para atletas de alta performance, como no caso das olimpíadas de Tóquio deste ano, ao uso contra epilepsia refratária em crianças ou mesmo contra Alzheimer em pessoas de mais idade.

Mas como os médicos podem mudar de opinião em relação a cannabis?

O primeiro passo, sem dúvida, é a abertura à mudança. O que não significa deixar de lado uma forte base científica, mas acessar novos conceitos que, sempre mexem com a cultura da prática médica. O segundo é o reconhecimento dos canabinoides como classe de medicamentos. Em terceiro, a busca constante por atualização em um universo servido de estudos, práticas clínicas e especializações. Por último, mas não menos importante, a tomada de decisão. Sim, porque não é uma questão de “se” os pacientes perguntarão sobre este tipo de terapia, mas quando.

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